Fala galera!!!
Mais uma vez me desculpando pela falta de posts, e a desculpa é quase sempre a mesma de sempre.
Falta de tempo?? Não. Tempo até to tendo de sobra, o que tá me faltando mesmo é vontade de usar isso para algo útil (não que o blog seja, wathever)...
Bom, em todo o caso, hoje resolvi fazer um post sobre um dos meus RPGs favoritos, rivalizando e alternando na posição con Final Fantasy IX (já comentado aqui).
Claro que estou falando de Xenogears, para o saudoso Playstation (sim, o primeiro).
Já sabe o que fazer...
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Lançado em 1998 no Japão e na América do Norte, Xenogears narra a saga de Fei Fong Wong e mais uma porrada de companheiros em uma batalha pela sua sobrevivência em um mundo em guerra pelas nações de Aveh e Kislev.
Seria mais um jogo de RPG como qualquer outro, se não fosse a sua complexidade, o que torna esse jogo único sob todos os aspectos. Com os princípios e filosofias de Friedrich Nietzsche, Sigmund Freud, Carl Jung, e Jacques Lacan, bem como vários pensamentos religiosos, que influenciam fortemente o enredo do jogo, chegando até mesmo em certos pontos o jogador se questionar quem é o vilão da trama.
O jogo tem como um dos temas principais a natureza da memória humana. Desde o início do jogo, controlamos um personagem desmemoriado, e isso influencia diretamente a sua interação com os demais personagens.
Durante o jogo, são mostrados flashs de lembranças, e até mesmo possíveis "vidas passadas" de Fei, o que, se for só apertando os botões pra passar os longos diálogos, vai te deixar confuso pra baralho.
Um ponto muito interessante nesse fantástico jogo é o conflito "homem-máquina" dentro do enredo. Os personagens controlam robôs gigantes, conhecidos como Gears (daí o nome do jogo) durante as batalhas. Esse conflito é tão interessante que, sem querer dar spoilers, fazem você ficar em dúvidas se o personagem principal é Fei ou o seu Gear.
Voltando a falar da história, que na minha opinião é o ponto forte do game, podemos ver certas semelhanças com o que acontecia no nosso mundo há alguns séculos atrás. O "Ethos", uma instituição que preserva a cultura do mundo de Xenogears, é como se fosse a Igreja Católica nos tempos da Inquisição, pois todo o conhecimento é restrido a poucos, e só o que "suficiente" é divulgado para o povão.
Bom, pra reduzir o espaço, aqui tem um pequeno resumo da história do game.
Um dos pontos fortes, já citado, são as batalhas envolvendo os robôs, ou mais conhecidos como Gears. A imagem ao lado ilustra uma dessas cenas (não achei uma melhor, pois poderia revelar algum spoiler).
E o sistema de batalhas é uma coisa de louco, no bom sentido. Realmente inovador. Já sabemos que os japoneses adoram essa coisa de robôs gigantes e tudo o mais. Dentro de Xenogears, isso não é um mero detalhe. Realmente faz parte do jogo, e principalmente, é parte da história.
Aqui poderiamos falar mais dos personagens, mas como já disse, isso revelaria detalhes da história, e esse não é o objetivo do post. Pra quem jogou, só citar os nomes de Citan, Elly, Billy. Emerald, Ricco, Bart, Graf e o fdp do Id já basta.
O motivo de eu ter feito esse post é que encontrei esses dias o jogo traduzido por fãs em português. Embora seja uma tradução um tando quanto falha, com erros grosseiros de ortografia, vale a pena dar uma conferida, especialmente para aqueles que tem uma certa dificuldade na lingua inglesa.
Nesse link você pode baixar os isos dos 2 discos desse fantástico jogo. Para o emulador, recomendo o ePSXe.
Para matar a saudade, ou deixar um gostinho de "quero jogar", aqui vai a abertura:
Nos vemos no próximo post.
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ta ai um jogo que eu sempre gostei mas que nunca joguei muito, adorava o sistema de batalhas, acontecia que eu ficava muitos leveis acima do esperado e esquecia de continuar a história hahah